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Dior celebra 70 anos com desfile ‘mundial’ em Semana de Moda

 As viagens de Christian Dior ao redor do mundo e a descoberta de um mapa-mundi de 1953 realizado pelo artista francês Albert Decaris nos arquivos da grife foram as principais inspirações da estilista italiana Maria Grazia Chiuri para sua coleção para a Semana de Alta-Costura de Paris que celebra os 70 anos da Dior. Com uma passarela repleta de plantas verdes e esculturas de leões e girafas em madeira, Chiuri, a primeira mulher a ser diretora-criativa da maison francesa, impressionou os presentes com a ideia de “wanderlust”, termo em alemão que descreve um forte desejo de viajar, de explorar o mundo. “Christian Dior viajou o mundo desde 1947. Dessa vez, nós trouxemos os cinco continentes a Paris”, afirmou o CEO da marca, Sidney Toledano, após o fim do desfile desta segunda-feira (3).

E ao explorar o mundo e as origens e histórias da Dior, Chiuri encontrou códigos capazes de atualizar mais uma vez a produção da grife à nova geração de mulheres: irrequietas como as primeiras exploradoras e capazes de superar toda e qualquer fronteira geográfica e psicológica. Para comemorar as sete décadas da maison, a estilista italiana se inspirou nessas heroínas do passado, que usavam elementos do guarda-roupa masculino e peças étnicas em seus looks. Os tecidos em grande parte tidos como masculinos foram usados por Chiuri com uma grande sensibilidade. Na coleção, também puderam ser vistas as famosas jaquetas “bar” com saias longas de um ar da década de 1950.

Para dar um ar ainda mais contemporâneo, a cor mais usada na coleção foi o cinza, tão amado pela grife e considerada pelo “Little Dictionary of Fashion” como a “cor neutra mais conveniente, fácil de usar e elegante, adorável em flanela, em tweed e em lã”. Vermelho, branco e preto também tiveram lugar no desfile.

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