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Como minimizar e desacelerar o envelhecimento facial

Segundo o Professor Gerson I. Köhler, diretor da Köhler Ortofacial, de Curitiba (PR), os aspectos do envelhecimento facial vem sendo cada vez mais estudados e pesquisados, já se sabendo que o rosto não envelhece como um tudo, de uma forma geral. Pelo contrário, este gradativo processo – natural e que todos enfrentam – se dá de forma compartimentalizada, por regiões. E dentro desta moderna concepção – para minimizar os efeitos gradativos do envelhecimento facial – é preciso dar atenção especial à região dentofacial, em outras palavras, a boca, os dentes, sua correta harmonia, eficiência e funcionalidade.

A reversão do aspecto envelhecido do rosto já não é tratada – como antes – somente pelas cirurgias plásticas. Desde o diagnóstico inicial de um tratamento de reversão do aspecto envelhecido, os conceitos diagnósticos e prognósticos para os planos de tratamento apontam para o equilibrio de todo o conjunto facial, inclusive – e isto é muito importante no contexto – do sorriso e da oclusão dos dentes.

 

Além de toda a vasta gama de procedimentos recuperadores que a medicina estética – ai incluida a cirurgia plástica – existem também os procedimentos odontológicos, principalmente através da Ortodontia/Ortopedia Facial, Implantodontia (implantes osteointegrados), Odontologia Estética/Cosmética e Cirurgia Maxilofacial. Todas estas especialidades odontológicas – muitas vezes junto com os procedimentos estéticos médicos – dedicam-se, através da melhoria do sorriso, a propiciar um aspecto rejuvenescido, saudável e expressivo ao rosto das pessoas.

Segundo o Professor Gerson Köhler, não podemos nos esquecer de que a boca – no contexto facial – tem responsabilidade por mais de um terço do aspecto do rosto.

Juarez Köhler, especialista associado da Köhler – Ortofacial, em Curitiba(PR), explica que, em Ortodontia, por exemplo, estudos científicos informam que a chave do diagnóstico para tratamentos cujo objetivo é mudar para melhor todo o aspecto do rosto (e não somente do sorriso) começa pelo exame facial que o especialista efetua na consulta inicial, em seu contexto de integralidade.

Esta análise facial integral, complementa Gerson Köhler, é normalmente efetuada pelo especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial mesmo antes do tradicional “abra a boca”, tão típico da odontologia em geral para avaliar e analisar os dentes e a oclusão dentária.

Pacientes que vão ‘tratar o sorriso” acham até interessante – diferente – o fato de que, para o ortodontista/ortopedista facial, o “abra a boca” faça parte da última parte da consulta inicial, sempre depois de uma longa e minuciosa anamnese (a entrevista utilizada para poder estabelecer uma correta avaliação e um preciso diagnóstico). A anamnese realizada pelo especialista em Ortodontia/Ortoedia Facial leva em conta – além do sorriso – todo o aspecto da quebra de harmonia facial que está presente em função das anomalias dentofaciais (o problema ortodôntico).

 

Isto considerado, é sempre importante saber que não é somente a pele do rosto e nem somente o conjunto de dentes – em suas formas isoladas – que causam o aspecto progressivamente envelhecido de uma face.

Estudos científicos, esclarece Gerson Köhler, da área de rejuvenescimento facial sugerem que é preciso muito mais do que apenas melhorar a pele flácida para proporcionar a um rosto em processo de envelhecimento um aspecto saudável e rejuvenescido.

Estudos médicos levados a efeito pela Universidade de Rochester (Rochester Medical Center) mostram que existem alterações significativas também nos ossos da face – principalmente na maxila e mandíbula (que são a base de sustentação da boca, da oclusão dentária e do sorriso) que ocorrem com o passar dos anos e geram – adicionalmente a outros fatores – a aparência facial envelhecida.

Neste particular, pontua Juarez Köhler – sobre ‘envelhecimento ósseo da face’ – é preciso dizer que isto está, também, ligado ao envelhecimento da musculatura facial, principalmente no tocante à musculatura mastigatória.

Isto considerado, já existem na Odontologia – além de toda uma gama de alternativas ortodônticas, com aparelhos que vão dos tradicionais até os praticamente não visíveis – dispositivos (denominados de Oralift ou Myolift), criados por um pesquisador inglês, que através de uma ginástica passiva e ativa da musculatura facial, promovem não só um fortalecimento dos músculos como também, indiretamente dos ossos onde eles estão inseridos. Sim, saúde muscular está diretamente relacionada com saúde óssea. Estas novidades – com artigos publicados no famoso periódico científico British Dental Journal – podem se associar – melhorando a performance final – a todos os demais procedimentos rejuvenescedores faciais preconizados pela área médica estética. O resultado desta sinergia terapêutica é um aspecto rejuvenescido, saudável e com contornos definidos do rosto como um todo.

Explica o Professor Gerson Köhler – docente convidado de pós-graduação da UFPR desde 1988 – que, com o progressivo envelhecimento da musculatura facial/mastigatória, surge uma falta de tônus muscular que que atua (além do aspecto envelhecido que causa) sobre o progressivo envelhecimento dos ossos do rosto. Uma evidência disto é que o ângulo da mandíbula vai aumentando (se abrindo) com a idade e resulta em perda da definição de contornos inferiores do rosto, nas regiões laterais chamadas bordas inferiores da face.

Neste mesmo tempo, enfatiza Juarez Köhler, os dentes já sofreram – com a idade – um progressivo desgaste de sua dimensão vertical (altura das coroas dentárias) e ajudam, junto com a mandíbula envelhecida, a reforçar o aspecto envelhecido do rosto.

Não se pode esquecer de que a mandíbula – e os dentes que ela contém – são considerados o fundamento estrutural do rosto em sua porção mais inferior. E, claro, mudanças nesse segmento afetam significativamente o aspecto de harmonia e estética da face como um todo.

A perda de volume ósseo da maxila e da mandíbula (principalmente) contribuem por sua vez – e cada vez mais com o progressivo avançar em idade – para a flacidez muscular (e da pele) do rosto, atuando danosamente sobre os contornos faciais, principalmente na definição das linhas mandibulares (a base do rosto) e do queixo.

Isto considerado, é sempre importante saber que não é somente a pele do rosto e nem somente o conjunto de dentes – em suas formas isoladas – que causam o aspecto progressivamente envelhecido de uma face.

Estudos científicos, esclarece Gerson Köhler, da área de rejuvenescimento facial sugerem que é preciso muito mais do que apenas melhorar a pele flácida para proporcionar a um rosto em processo de envelhecimento um aspecto saudável e rejuvenescido.

Estudos médicos levados a efeito pela Universidade de Rochester (Rochester Medical Center) mostram que existem alterações significativas também nos ossos da face – principalmente na maxila e mandíbula (que são a base de sustentação da boca, da oclusão dentária e do sorriso) que ocorrem com o passar dos anos e geram – adicionalmente a outros fatores – a aparência facial envelhecida.

Neste particular, pontua Juarez Köhler – sobre ‘envelhecimento ósseo da face’ – é preciso dizer que isto está, também, ligado ao envelhecimento da musculatura facial, principalmente no tocante à musculatura mastigatória.

Isto considerado, já existem na Odontologia – além de toda uma gama de alternativas ortodônticas, com aparelhos que vão dos tradicionais até os praticamente não visíveis – dispositivos (denominados de Oralift ou Myolift), criados por um pesquisador inglês, que através de uma ginástica passiva e ativa da musculatura facial, promovem não só um fortalecimento dos músculos como também, indiretamente dos ossos onde eles estão inseridos. Sim, saúde muscular está diretamente relacionada com saúde óssea. Estas novidades – com artigos publicados no famoso periódico científico British Dental Journal – podem se associar – melhorando a performance final – a todos os demais procedimentos rejuvenescedores faciais preconizados pela área médica estética. O resultado desta sinergia terapêutica é um aspecto rejuvenescido, saudável e com contornos definidos do rosto como um todo.

Explica o Professor Gerson Köhler – docente convidado de pós-graduação da UFPR desde 1988 – que, com o progressivo envelhecimento da musculatura facial/mastigatória, surge uma falta de tônus muscular que que atua (além do aspecto envelhecido que causa) sobre o progressivo envelhecimento dos ossos do rosto. Uma evidência disto é que o ângulo da mandíbula vai aumentando (se abrindo) com a idade e resulta em perda da definição de contornos inferiores do rosto, nas regiões laterais chamadas bordas inferiores da face.

Neste mesmo tempo, enfatiza Juarez Köhler, os dentes já sofreram – com a idade – um progressivo desgaste de sua dimensão vertical (altura das coroas dentárias) e ajudam, junto com a mandíbula envelhecida, a reforçar o aspecto envelhecido do rosto.

Não se pode esquecer de que a mandíbula – e os dentes que ela contém – são considerados o fundamento estrutural do rosto em sua porção mais inferior. E, claro, mudanças nesse segmento afetam significativamente o aspecto de harmonia e estética da face como um todo.

A perda de volume ósseo da maxila e da mandíbula (principalmente) contribuem por sua vez – e cada vez mais com o progressivo avançar em idade – para a flacidez muscular (e da pele) do rosto, atuando danosamente sobre os contornos faciais, principalmente na definição das linhas mandibulares (a base do rosto) e do queixo.

Existe uma relação de reciprocidade entre todas as partes estruturais do rosto que, no processo de envelhecimento, interconecta a musculatura (que vai perdendo o tônus e ficando flácida) e sua inerente atuação sobre os contornos ósseos (alterando lenta e progressivamente seus contornos). O relacionamento entre as partes duras e as partes moles do rosto fica prejudicado. Os tecidos moles da parte inferior do rosto – principalmente – perdem progressivamente o apoio ósseo que tinham na juventude.

E tudo isto, se somado a má-posição de dentes (um problema ortodôntico muito comum nas pessoas adultas que não fizeram tratamentos corretivos) afeta não só a aparência do rosto, como também influi sobre a musculatura do pescoço. Curioso, não? Mas é isto mesmo o que acontece na progressiva formação do aspecto envelhecido e sem definição do rosto.

Se você se enquadrou no que foi descrito neste artigo – e quer dar uma rejuvenescida em seu rosto – procure pelos especialistas desta área. Lembre que a Ortodontia/Ortopedia Facial – com seus modernos tratamentos dentofaciais – faz parte deste processo. 

Fontes consultadas:

Gerson I. Köhler, professor convidado do Curso de Pós-Graduação em Ortodontia e Ortopedia Facial da UFPR, desde 1988. Membro da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial, entidade vinculada internacionalmente à WFO – World Federation of Orthodontists, nos EUA. Membro da Associação Brasileira de Gerontologia e da Sociedade Brasileira de Sono. Docente convidado da Pós-Graduação UFPR (Ortodontia e Ortopedia Facial), desde 1988.

Juarez Köhler, especialista associado à Köhler Ortofacial, membro da ABOR – Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial. 

– Anatomy and pathophysiology of facial aging. Facial Plas Surg Clin North Am, 2001 

– Factors influencing face age. Literature rewiev. Em www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/22362337, em 20.01.2017 

– Adaptation and perception of facial age. Em www.europepmmc.org/articles/pmc3247904 em 20.01.2017

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